De Stijl (Holanda, 1917)
De Stijl (Holanda, 1917)
O movimento De Stijl, também chamado Neoplasticismo, defendia a “utopia estética e social, a produção orientada para o futuro” (BÜRDEK, 2006, p. 27). Os principais integrantes eram Theo van Doesburg, teórico do movimento, Piet Mondrian e Gerrit T. Rietveld. O De Stijl tinha como características a adição de linhas horizontais e verticais, e cores primárias, além do branco, preto e cinza. A “estética de redução” do grupo, como foi chamada por Bürdek (2006), também está presente na Bauhaus e nas propostas dos Construtivistas Russos. Esta redução pode ser compreendida como a simplificação de formas e linhas,
buscando meios formais simples, associados à estética da máquina, adotada no início do século XX como símbolo do modernismo atribuído aquele período. Destaque para as composições de Mondrian e projetos de Gerrit T. Rietveld, como a Casa Schröder e a cadeira Vermelha e Azul, que influenciou produções da Bauhaus.
O movimento De Stijl, também chamado Neoplasticismo, defendia a “utopia estética e social, a produção orientada para o futuro” (BÜRDEK, 2006, p. 27). Os principais integrantes eram Theo van Doesburg, teórico do movimento, Piet Mondrian e Gerrit T. Rietveld. O De Stijl tinha como características a adição de linhas horizontais e verticais, e cores primárias, além do branco, preto e cinza. A “estética de redução” do grupo, como foi chamada por Bürdek (2006), também está presente na Bauhaus e nas propostas dos Construtivistas Russos. Esta redução pode ser compreendida como a simplificação de formas e linhas,
buscando meios formais simples, associados à estética da máquina, adotada no início do século XX como símbolo do modernismo atribuído aquele período. Destaque para as composições de Mondrian e projetos de Gerrit T. Rietveld, como a Casa Schröder e a cadeira Vermelha e Azul, que influenciou produções da Bauhaus.
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